Qual é a melhor configuração de PC para AutoCAD em agosto de 2026?
Não existe uma única configuração ideal para todo usuário de AutoCAD. A escolha certa muda conforme o tipo de projeto, o nível de uso, a presença de 3D, a quantidade de arquivos abertos ao mesmo tempo e o orçamento disponível. Para quem quer ver caminhos prontos já pensados para esse cenário, vale começar pela página de computadores para AutoCAD da Elite Computadores.
Em agosto de 2026, a lógica continua a mesma: o processador precisa entregar bom desempenho por núcleo, a memória RAM precisa acompanhar o volume de trabalho, o SSD NVMe ajuda na abertura e no salvamento dos arquivos, e a GPU só ganha mais peso quando o fluxo sai do 2D leve e entra em 3D, visualização mais pesada ou uso com outros softwares.
Por isso, a melhor configuração de PC para AutoCAD não é a mais cara nem a mais chamativa. É a que equilibra fluidez, estabilidade e capacidade de crescer com o projeto. Ao longo deste guia, você vai ver como isso muda entre perfis básicos, intermediários, avançados e workstation, para escolher com mais segurança o PC ideal para AutoCAD 2026 conforme o seu uso real.
O que realmente importa no PC para AutoCAD: CPU, RAM, SSD e GPU
No AutoCAD, a experiência real não depende de uma peça chamativa isolada, mas do equilíbrio entre resposta do processador, memória suficiente, armazenamento rápido e uma GPU usada no contexto certo. Em uso cotidiano, o que mais pesa é a fluidez para abrir arquivos, alternar comandos, lidar com referências externas e manter o sistema estável enquanto o trabalho avança. A documentação da Autodesk para o AutoCAD 2026 reforça essa lógica: o software roda em Windows 10 ou 11 de 64 bits, tem 8 GB como mínimo oficial de RAM, mas o uso profissional pede mais folga, e a GPU só ganha protagonismo em cenários gráficos mais exigentes.
Por que o desempenho por núcleo pesa mais que a contagem de núcleos
Para AutoCAD puro, o que costuma fazer mais diferença é o desempenho por núcleo do processador, não apenas a quantidade total de núcleos. Isso acontece porque boa parte das ações do dia a dia, como responder a comandos, redesenhar a interface e lidar com arquivos comuns, depende de rapidez por núcleo, frequência e IPC, além do turbo boost quando há picos de carga. Na prática, um processador com menos núcleos, mas mais forte por núcleo, pode entregar uma sensação de uso mais ágil do que um modelo com muitos núcleos e desempenho single-core mais fraco.
Isso não significa que núcleos extras sejam inúteis. Eles passam a fazer mais sentido quando o fluxo inclui tarefas paralelas, exportações, outros softwares abertos ou rotinas mais pesadas fora do AutoCAD. Mas, se a ideia é priorizar fluidez no desenho, na navegação e na resposta imediata do programa, a escolha da CPU deve começar pelo desempenho por núcleo. É esse critério que evita comprar um processador “grande” no papel, mas pouco eficiente no uso real.
Quando 16 GB, 32 GB ou 64 GB de RAM fazem sentido
A RAM para AutoCAD entra em cena quando os arquivos crescem, as Xrefs se acumulam, vários programas ficam abertos ao mesmo tempo e o sistema precisa continuar estável sem recorrer ao disco o tempo todo. Em projetos leves, 16 GB ainda podem atender, mas já com pouca margem para multitarefa. Para uso profissional, 32 GB costuma ser o ponto mais equilibrado, porque dá mais conforto em arquivos maiores, múltiplas abas, navegador, planilhas e ferramentas complementares. Em cenários mais pesados, com projetos extensos, vários softwares simultâneos ou uso mais intenso de modelagem e visualização, 64 GB passam a fazer sentido.
| Faixa de RAM | Quando faz sentido | Impacto prático |
|---|---|---|
| 16 GB | Estudo, 2D leve e projetos menores | Funciona, mas com pouca folga para multitarefa |
| 32 GB | Uso profissional, arquivos maiores e rotina mais estável | Melhor equilíbrio entre custo e produtividade |
| 64 GB | Projetos grandes, muitos apps abertos e fluxos mais pesados | Mais margem para estabilidade e crescimento |
O ponto principal é evitar subdimensionamento. Quando a memória falta, o computador começa a depender mais do armazenamento, e isso afeta a sensação de fluidez, aumenta espera e pode comprometer a estabilidade em dias de trabalho mais carregados.
SSD NVMe e GPU: o que acelera de verdade e o que só encarece a compra
O SSD NVMe melhora o que o usuário percebe logo de cara: abertura do sistema, carregamento de arquivos, salvamento e resposta geral da máquina. Em AutoCAD, isso não substitui CPU e RAM, mas reduz atrasos em tarefas repetitivas e ajuda o computador a manter uma rotina mais rápida, especialmente quando há muitos arquivos de projeto, bibliotecas e backups locais. Se o orçamento estiver apertado, faz mais sentido priorizar um NVMe adequado do que economizar demais nesse ponto e criar gargalo no uso diário.
A GPU, por outro lado, deve ser escolhida com critério. Em AutoCAD 2D, ela tende a ter peso secundário. Já em 3D, múltiplos monitores e visualização mais pesada, a placa de vídeo passa a importar mais, especialmente quando o fluxo exige aceleração gráfica e suporte a recursos modernos como DirectX 12. Ainda assim, isso não justifica investir em uma GPU topo de linha para um uso que é majoritariamente 2D. Nesses casos, o dinheiro costuma render mais quando vai para CPU, RAM e SSD bem dimensionados.
| Componente | Onde gera mais ganho | Quando vale investir mais |
|---|---|---|
| CPU | Resposta dos comandos e fluidez geral | Quase sempre, especialmente no AutoCAD puro |
| RAM | Arquivos grandes, Xrefs e multitarefa | Quando o projeto cresce ou há vários apps abertos |
| SSD NVMe | Abertura, salvamento e carregamento | Sempre que se quer reduzir espera no dia a dia |
| GPU | 3D, múltiplos monitores e visualização pesada | Quando o fluxo realmente usa aceleração gráfica |
Se a dúvida for entre gastar mais em placa de vídeo ou reforçar o conjunto como um todo, a resposta costuma depender do tipo de projeto. Para desenho 2D e rotina técnica comum, a GPU não deve dominar a compra. Para 3D, apresentações e uso com outros softwares, ela ganha relevância. O melhor caminho é comparar a configuração com o fluxo real antes de fechar a compra, para evitar pagar por potência que não vira produtividade.

Configuração básica de PC para AutoCAD: estudo e 2D leve
Para quem usa AutoCAD em aulas, desenhos 2D simples e arquivos pequenos, a meta não é potência máxima. O foco deve ser custo-benefício, com uma máquina estável, rápida para abrir e salvar projetos e sem exageros em peças que não trazem ganho real nesse cenário.
Especificação mínima recomendada para não travar no uso básico
Se a ideia é montar um PC básico para AutoCAD, o ponto de partida mais equilibrado costuma ser este:
- 16 GB de RAM como base viável para estudo e projetos 2D leves
- CPU moderna com bom desempenho por núcleo, priorizando resposta rápida no uso do software
- SSD NVMe de 256 a 500 GB para reduzir tempo de abertura, salvamento e carregamento de arquivos
- GPU integrada ou placa básica, suficiente quando não há 3D pesado nem visualização complexa
- Fonte confiável e refrigeração mínima, para manter estabilidade e evitar uma economia que vira problema depois
Esse conjunto atende bem quem trabalha com arquivos menores, faz exercícios, revisa plantas simples e não depende de multitarefa intensa. Nessa faixa, vale mais acertar o equilíbrio do que gastar demais em placa de vídeo ou em um processador com muitos núcleos que não vai trazer o mesmo retorno prático no AutoCAD.
Se você quer começar com o menor custo possível, mas sem abrir mão de estabilidade e de um SSD NVMe, a melhor decisão é buscar uma configuração de entrada bem montada e compatível com o uso real. A Elite Computadores trabalha justamente com esse tipo de dimensionamento, evitando excesso de gasto onde ele não faz diferença e protegendo o básico que sustenta a experiência de uso.
Configuração intermediária de PC para AutoCAD: uso profissional e produtividade
Para o profissional autônomo, esta é a faixa que costuma entregar o melhor equilíbrio entre custo, fluidez e vida útil. Em vez de mirar apenas no menor preço ou em uma máquina exagerada para o uso real, a configuração intermediária resolve o que mais pesa no dia a dia: abrir projetos com mais rapidez, manter vários arquivos e referências externos em paralelo e sustentar a rotina sem engasgos frequentes.
Aqui, o objetivo não é apenas “rodar AutoCAD”, mas trabalhar com consistência em projetos regulares, múltiplos arquivos e outras tarefas abertas ao mesmo tempo. É justamente nesse cenário que 32 GB de RAM, uma CPU de alta frequência com 6 a 8 núcleos úteis, SSD NVMe de 500 GB a 1 TB e uma GPU intermediária certificada de 4 a 8 GB passam a fazer diferença real.
Quando 32 GB supera 16 GB na prática
Em AutoCAD profissional, 16 GB ainda pode funcionar em uso mais contido, mas 32 GB vira o ponto de equilíbrio mais defensável quando o trabalho envolve arquivos maiores, várias abas, Xrefs, navegador, e-mail, planilhas e outros programas abertos ao mesmo tempo. O ganho não está em “abrir o software”, e sim em manter a sessão estável enquanto o fluxo de trabalho cresce.
Na prática, isso reduz a chance de lentidão quando o projeto fica mais pesado, melhora a resposta ao alternar entre arquivos e dá mais margem para multitarefa sem forçar o sistema. Para quem passa o dia entre revisões, ajustes e apresentações, essa folga de memória costuma valer mais do que investir cedo demais em uma peça que não resolve o gargalo principal.
CPU de alta frequência com 6 a 8 núcleos: o ponto certo para produtividade
No AutoCAD, a CPU continua sendo peça central, especialmente quando o foco está em resposta rápida e desempenho por núcleo. Por isso, uma configuração intermediária faz mais sentido quando combina alta frequência com 6 a 8 núcleos úteis, em vez de buscar apenas muitos núcleos sem ganho prático para o uso típico.
Esse perfil ajuda em tarefas simultâneas, exportações, abertura de arquivos e na convivência com outros softwares do escritório. Para quem usa AutoCAD todos os dias, essa escolha tende a entregar uma máquina mais equilibrada: rápida no comando, mais confortável na multitarefa e menos sujeita a gargalos quando o trabalho deixa de ser leve.
SSD NVMe e GPU intermediária: o que fecha a conta
O SSD NVMe de 500 GB a 1 TB é o mínimo confortável nessa faixa porque evita que o armazenamento vire limitação cedo demais. Ele acelera abertura, salvamento e carregamento de projetos, o que faz diferença quando há muitos arquivos em circulação e pouco tempo para esperar. Já a GPU intermediária certificada, com 4 a 8 GB, faz sentido quando o uso inclui 3D leve, múltiplos monitores ou outros aplicativos gráficos abertos junto com o AutoCAD.
Para esse perfil, vale mais uma placa validada para o ambiente profissional do que uma placa gamer topo de linha sem ganho proporcional no fluxo de trabalho. A própria lista de hardware certificado da Autodesk ajuda a entender por que estabilidade e compatibilidade pesam mais do que marketing de placa de vídeo.
| Critério | Configuração intermediária | Impacto no uso profissional |
|---|---|---|
| RAM | 32 GB | Mais estabilidade com múltiplos arquivos e multitarefa |
| CPU | 6 a 8 núcleos com alta frequência | Resposta rápida e melhor fluidez no dia a dia |
| SSD | NVMe de 500 GB a 1 TB | Abertura e salvamento mais ágeis |
| GPU | Intermediária certificada, 4 a 8 GB | Melhor adequação para 3D leve e múltiplos monitores |
Se a ideia é montar uma máquina com esse equilíbrio para o seu fluxo real, a melhor saída costuma ser pedir uma configuração personalizada. A Elite Computadores trabalha com montagem de workstation por software e profissão, o que ajuda a ajustar CPU, RAM, SSD e GPU ao tipo de projeto, sem exagero e sem falta de recurso.
Configuração avançada de PC para AutoCAD: escritórios e projetos grandes
Quando o AutoCAD passa a lidar com arquivos grandes, Xrefs, múltiplos monitores e uso contínuo ao longo do dia, a compra deixa de ser sobre “ter um PC forte” e passa a ser sobre sustentar trabalho sem interrupções. Nesse cenário, a configuração avançada precisa equilibrar resposta rápida, memória suficiente, armazenamento amplo e estabilidade para que o computador acompanhe a rotina do escritório, e não o contrário.
Sinais de que seu projeto já pede 64 GB de RAM
Se o AutoCAD começa a abrir mais devagar, alternar entre arquivos pesa mais do que deveria, ou o sistema fica instável quando você mantém outros programas abertos junto com o projeto, a faixa de 32 a 64 GB de RAM deixa de ser exagero e vira critério técnico. Isso fica ainda mais claro quando há muitos Xrefs, arquivos pesados, múltiplos monitores e softwares complementares rodando ao mesmo tempo, como ferramentas de revisão, comunicação e apoio ao projeto.
A lógica aqui é simples: quanto maior o volume de referências externas e maior a chance de multitarefa, maior a pressão sobre a memória. Em escritórios, 32 GB costuma atender bem uma operação avançada mais contida; 64 GB faz mais sentido quando o fluxo é realmente carregado, com vários arquivos ativos, projetos maiores e necessidade de manter a máquina responsiva durante o expediente. Para quem trabalha com entrega contínua, essa folga reduz travamentos, evita troca precoce e melhora a previsibilidade do uso.
Checklist de estabilidade para uso contínuo em escritório
A estabilidade do PC para AutoCAD não depende só do processador. Em ambiente corporativo, a compra precisa considerar energia, temperatura, portas, expansão e suporte, porque qualquer gargalo nesses pontos vira tempo perdido e risco operacional.
- CPU com alto desempenho por núcleo e bom equilíbrio para multitarefa, para manter o AutoCAD ágil sem sacrificar o uso paralelo de outros programas.
- SSD NVMe de 1 TB ou mais, de preferência com espaço suficiente para projetos ativos e backup local dos arquivos em uso.
- Fonte confiável, dimensionada com folga e de boa procedência, para sustentar a máquina com segurança em uso prolongado.
- Refrigeração adequada, já que calor excessivo compromete estabilidade e pode reduzir a consistência do desempenho ao longo do dia.
- Portas suficientes para periféricos, rede, armazenamento externo e múltiplos monitores, sem depender de adaptações improvisadas.
- Possibilidade real de upgrade, para que a máquina acompanhe o crescimento do escritório sem substituição precoce.
- Suporte técnico e montagem profissional, porque em uso profissional a máquina precisa funcionar com previsibilidade, não apenas ligar e abrir o software.
Também vale observar a rede e o local onde os arquivos ficam armazenados. A Autodesk aponta que lentidão pode vir do arquivo, do hardware ou da rede, então nem sempre o problema está apenas no computador. Para projetos ativos, manter o trabalho em SSD local costuma ser mais seguro e responsivo do que depender de caminhos lentos ou instáveis, deixando a rede para sincronização, compartilhamento e backup quando fizer sentido.
Se a rotina do escritório exige continuidade, apresentação ao cliente e menos margem para erro, a escolha mais segura é uma configuração montada com critério, testada e pensada para o uso real. A Elite Computadores pode ajudar a definir essa máquina com base no volume de arquivos, nos softwares usados e na estrutura do ambiente, evitando tanto excesso desnecessário quanto falta de capacidade.
Workstation robusta para AutoCAD 3D, BIM e multitarefa intensa
Quando o fluxo sai do AutoCAD 2D leve e passa a incluir 3D, BIM, renderização e vários programas abertos ao mesmo tempo, a lógica da configuração muda. Aqui, a máquina precisa sustentar projeto, visualização e processamento contínuo sem virar gargalo no meio do trabalho. É nesse cenário que uma workstation robusta faz sentido: não como exagero, mas como resposta ao volume real de uso.
Nessa faixa, a prioridade deixa de ser apenas “abrir o AutoCAD com fluidez” e passa a ser manter estabilidade em tarefas pesadas, arquivos grandes e alternância entre softwares como Revit, Lumion, SketchUp, Photoshop e ferramentas de render. Por isso, CPU, RAM, GPU e armazenamento precisam ser pensados como conjunto, não como peças isoladas.
Quando a GPU passa a ser prioridade real
Em AutoCAD 2D puro, a placa de vídeo costuma ter papel secundário. Mas, quando o trabalho envolve AutoCAD 3D, BIM, visualização pesada, múltiplos monitores e render em tempo real, a GPU ganha importância prática. É ela que ajuda a sustentar a fluidez da navegação, a resposta visual em modelos mais complexos e a experiência em softwares que exploram mais aceleração gráfica, como Revit e Lumion.
Nesse tipo de uso, vale olhar com mais atenção para uma GPU com VRAM maior e perfil mais adequado a trabalho profissional, porque a limitação de vídeo aparece rápido em cenas pesadas, modelos grandes e apresentações ao cliente. A diferença não está só em “ter placa de vídeo”, mas em ter uma GPU que acompanhe o nível de visualização e o peso do projeto sem estrangular o restante da máquina.
Como dimensionar armazenamento e backup para projetos pesados
Para workstation de AutoCAD 3D e BIM, o armazenamento precisa ser rápido e generoso. Um SSD NVMe de 1 a 2 TB costuma fazer mais sentido porque o espaço não serve apenas para o sistema e os programas, mas também para ativos, bibliotecas, caches, arquivos temporários e versões de projeto. Quando o disco fica apertado, a rotina perde velocidade e a organização dos arquivos piora.
Uma estrutura mais segura costuma seguir esta lógica:
- NVMe principal para sistema, softwares e projetos em andamento
- espaço separado para bibliotecas, texturas, referências e exportações
- backup local recorrente para cópias de segurança
- cópia adicional em rede ou outro destino confiável, quando o volume de trabalho justificar
Isso é importante porque, em fluxo pesado, o risco não é só lentidão. É também perda de tempo com arquivos espalhados, versões confusas e ausência de cópia de segurança quando algo falha. Em ambiente profissional, backup não é detalhe técnico; é parte da continuidade do trabalho.
CPU e RAM para manter o conjunto equilibrado
Se o uso inclui renderização, BIM e multitarefa intensa, a CPU precisa equilibrar bom desempenho por núcleo com quantidade suficiente de núcleos para sustentar as tarefas paralelas. AutoCAD continua valorizando resposta rápida em várias ações, mas o restante do fluxo exige fôlego para processamento adicional, exportações e tarefas simultâneas.
A RAM também sobe de patamar. Em cenários com Revit, Lumion, renderização ou vários softwares abertos ao mesmo tempo, 64 GB ou mais deixam de ser luxo e passam a ser uma escolha coerente para evitar travamentos, paginação excessiva e perda de fluidez. Em workstation desse nível, memória insuficiente costuma aparecer como lentidão acumulada, não apenas como um erro evidente.
O que essa configuração resolve no dia a dia
Uma workstation robusta reduz o risco de a máquina virar o ponto fraco do projeto. Ela ajuda quando o arquivo cresce, quando o cliente pede revisão em tempo real, quando o render precisa sair sem interromper o restante da rotina e quando o profissional depende de vários softwares no mesmo dia. Também melhora a vida útil da compra, porque a configuração já nasce preparada para uma carga mais alta.
Se o seu uso está nesse nível, a escolha não deve ser feita por peça chamativa ou pelo menor preço. O mais seguro é montar a configuração conforme o software, o tamanho dos projetos e a rotina de trabalho. A Elite Computadores pode ajudar com uma workstation sob medida por software e profissão, com montagem, testes e suporte pensados para esse tipo de demanda.
Erros comuns ao comprar PC para AutoCAD
Comprar um PC para AutoCAD só pelo menor preço costuma sair caro em produtividade. O problema é que, em uso real, a máquina precisa equilibrar resposta do software, abertura de arquivos, estabilidade e capacidade de sustentar a rotina sem travar no meio do trabalho. Quando a escolha ignora isso, o resultado aparece em forma de lentidão, retrabalho e troca precoce de componentes.
Também vale evitar diagnósticos simplistas. A Autodesk lembra que a lentidão pode estar ligada ao arquivo, ao hardware ou até à rede, então nem todo travamento significa a mesma causa. Por isso, antes de fechar a compra, faz mais sentido validar o conjunto do que se prender a uma peça chamativa ou a uma oferta agressiva.
Sinais de que a configuração está subdimensionada
Uma configuração subdimensionada para AutoCAD costuma dar sinais bem claros no dia a dia. Se o software demora para abrir, os arquivos pesados engasgam, as referências externas carregam com atraso ou o sistema começa a ficar instável quando há outros programas abertos, a máquina já está no limite do uso.
Os sintomas mais comuns são:
- travamentos ao alternar entre arquivos ou layouts;
- lentidão para salvar, exportar ou regenerar vistas;
- demora excessiva em projetos maiores;
- queda de fluidez quando há multitarefa;
- sensação de que o computador “funciona”, mas sempre no limite.
Na prática, isso costuma apontar para pouca RAM, SSD pequeno ou CPU abaixo do necessário para a rotina. O efeito não é só desconforto: é perda de tempo em tarefas repetidas, mais interrupções e menor previsibilidade para entregar projeto e apresentação.
Quando a GPU cara não traz retorno
Em AutoCAD 2D simples, investir demais em GPU cara geralmente não traz ganho proporcional. Se o fluxo é mais voltado a desenho técnico, revisão, cotas e arquivos leves, o dinheiro tende a render mais quando vai para um processador adequado, memória suficiente e SSD rápido.
| Cenário de uso | Retorno de uma GPU cara |
|---|---|
| AutoCAD 2D leve | Baixo, geralmente pouco perceptível |
| Projetos com visualização 3D, render ou múltiplos monitores pesados | Mais justificável |
| Fluxo com outros softwares gráficos ou de modelagem | Pode fazer diferença real |
Isso não significa ignorar a placa de vídeo, mas sim dimensioná-la com critério. Em muitos casos, uma GPU equilibrada resolve melhor do que uma placa gamer cara cercada por CPU fraca, pouca RAM ou armazenamento limitado. O ganho real vem do conjunto, não do destaque isolado de uma peça.
Outro erro frequente é comprar processador inadequado e subestimar a refrigeração. Se a CPU não sustenta bem a carga, o AutoCAD perde resposta justamente nos momentos em que o trabalho exige mais fluidez. E, quando o sistema térmico é ruim, o desempenho oscila, a máquina esquenta demais e a produtividade cai ao longo do uso contínuo.
Fonte genérica, pouca RAM e SSD pequeno completam o pacote de risco. A fonte compromete estabilidade, a memória limita multitarefa e o armazenamento reduz espaço para projetos, bibliotecas e arquivos de apoio. Em um computador de trabalho, esses detalhes não são acessórios: eles definem se a máquina vai acompanhar a rotina ou virar gargalo.
Se você quer evitar uma compra desequilibrada, vale validar a configuração antes de fechar. A Elite Computadores ajuda a revisar o conjunto conforme o tipo de projeto, o software usado e o nível de exigência, para reduzir o risco de pagar por uma máquina que parece forte no anúncio, mas não sustenta o trabalho na prática.
Perguntas frequentes sobre PC para AutoCAD
Qual é a RAM mínima e a recomendada para AutoCAD?
Para estudo e AutoCAD 2D leve, 16 GB ainda servem bem. Para uso profissional, o ponto de partida mais seguro é 32 GB, porque isso dá mais folga para arquivos maiores, multitarefa e estabilidade no dia a dia. Se o trabalho envolve 3D, BIM ou vários programas abertos ao mesmo tempo, 64 GB ou mais passam a fazer sentido.
Vale mais investir em CPU, RAM, SSD ou GPU?
Se a ideia é montar uma máquina equilibrada para AutoCAD, a prioridade costuma começar pela CPU, depois RAM e SSD. A GPU entra com mais peso quando o fluxo inclui 3D, visualização mais pesada ou outros softwares que usam mais aceleração gráfica. Em 2D leve, gastar demais na placa de vídeo costuma trazer menos retorno do que reforçar processador e memória.
Quando a GPU dedicada realmente faz diferença?
Ela faz diferença quando o uso deixa de ser só desenho 2D e passa a incluir modelagem 3D, navegação mais pesada em projetos, múltiplos monitores com carga maior ou integração com softwares complementares. Para AutoCAD 2D simples, uma GPU dedicada não costuma ser o primeiro item a priorizar; para fluxos mais exigentes, ela ajuda na fluidez e na resposta visual.
16 GB ainda servem para AutoCAD 2D leve?
Sim. Para quem estuda, faz projetos 2D leves e não mantém muitas aplicações abertas ao mesmo tempo, 16 GB ainda atendem. O limite aparece quando o arquivo cresce, a rotina fica mais pesada ou o computador precisa sustentar mais tarefas ao mesmo tempo. Nesses casos, subir para 32 GB é uma escolha mais segura.
Se você quer evitar compra errada e receber uma configuração ajustada ao seu tipo de projeto, vale consultar o catálogo de computadores para AutoCAD da Elite Computadores.

